TOQUE FÍSICO



Vamos continuar a falar das 5 linguagens do amor! ?

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A segunda linguagem que vamos falar hoje é o TOQUE FÍSICO.

Antes de mais nada, temos que deixar um alerta aqui sobre isso! Nós vamos falar do toque físico como um combustível de amor para o tanque emocional dos nossos filhos e filhas, independentemente da idade. Bem diferente do toque físico abusivo, ok? Mas vale de alerta que, se não respeitarmos o modo como nossos filhos aceitam e querem o toque físico, no futuro, eles podem “aceitar” o toque físico abusivo pois “aprenderam” a não serem respeitados. Então é importante percebermos como eles gostam de ser tocados, afinal o que queremos aqui é que eles se sintam amados, certo?

Relembrando que, as 5 linguagens do amor são estratégias preventivas para evitar o mau comportamento e o mau comportamento é grito de socorro dos nossos filhos. Toda aplicação das linguagens exige tempo e dedicação, mas é muito mais desgastante as broncas intermináveis ou os castigos físicos, ou ignorar a criança, que no final das contas dão poucos resultados positivos.

Então vamos lá.

Assim, como para as demais linguagens, é importante reconhecer se esta é a principal linguagem do amor do seu filho ou filha, criança ou adolescente e fazer de modo que ele sinta-se amado. Mais uma vez, reforçamos que não estamos falando aqui que os pais não amam seus filhos, mas devemos ter a sensibilidade de fazer da forma como eles se SINTAM amados.

E não se sentir amado é um perigo para todos nós, especialmente na adolescência.

O toque físico é muito comum e aceito na nossa sociedade. Algumas culturas têm certas restrições, mas nós brasileiros valorizamos muito o toque físico.


Com o passar dos anos, o toque físico em nossos filhos vai diminuindo, de forma natural, pois não precisamos mais segurar no colo, amamentar, dar banho, cuidar dos cabelos, e por aí vai. Afinal, quando vão crescendo, precisam ter independência. Mas precisamos tomar cuidado para não perder o toque físico, especialmente importante se o seu filho tem esta linguagem como a principal linguagem do amor. Temos então que buscar alternativas, e não há receitas prontas. Se você tiver mais de um filho e eles tiverem o toque físico como a linguagem do amor, muito provavelmente, a FORMA como aceitam e gostam do toque será diferente.


Vamos falar de alguns exemplos? Vocês vão perceber que em muitas situações, mais de uma linguagem pode estar presente.



Eu tenho uma experiência na educação infantil pois já fui proprietária de escola infantil e eu percebia que quando os pais chegavam para pegar seus filhos mas não estavam atentos a eles, seja porque estavam conversando com outros pais ou ao telefone, a criança imediatamente começava a fazer tudo para chamar a atenção. Gritava, corria em direção a rua e por aí vai. Mas, quando os pais se abaixavam, pegavam as crianças, ou falavam com seus filhos, falavam palavras de afirmação, a criança se sentia confortada e o mau comportamento não aparecia.


Outro exemplo, é quando os filhos estão na piscina e pedem para a gente jogá-los, ou brincar de briga de galo. Tudo isso é toque físico e são situações que vão sendo construídas e percebidas pelos pais e você vai conhecendo-os melhor. Conhecendo e aprendendo como eles querem o toque. Só que algumas vezes a necessidade ou a forma de toque físico que nossos filhos desejam e gostam, não são confortáveis para nós.


Por exemplo, seu filho gosta muito de te beijar, tocar na sua mão, sentar no seu colo, mas para você isso não é legal, pela sua personalidade. E tudo bem. Mas você deve encontrar um meio termo para encher o tanque emocional dele do toque físico. Mas veja, se você não é de beijá-lo, abraçá-lo mas em um momento, na presença de tios, avós, você pede para seu filho beijá-los, ele vai se sentir desconfortável.



Ou o contrário. Você gosta de beijar, abraçar, apertar, mas para ele isso não é a forma como se sente amado. Talvez você não precise colocar no colo, mas simplesmente sentar ao lado dele e assistir um filme (que neste caso já envolve também outra linguagem que é a qualidade de tempo).


Crianças que são mais contidas geralmente não têm o toque físico como a principal linguagem. No entanto, o toque físico é muito comum na nossa sociedade o mínimo que seja como em um aperto de mão. Então, preparar nossos filhos, mesmo que não seja a principal linguagem de amor deles, para o toque físico (saudável, respeitoso e amoroso) é importante.


Talvez o maior desafio de enchermos o tanque com esta linguagem é quando são adolescentes. Eles podem até ficar irritados se beijamos e abraçamos em público. Respeite isso! Combine se pode ser feito em casa, ou distante dos amigos. Alguns filhos (como o meu por exemplo, de 14 anos) “me provoca”, me chamando de velha só para eu fazer “peteleco” nele e sabe que não para aí. Vem as cócegas, as lutinhas. Ele tem o tanque cheio quando faço isso. Mas veja, só dentro de casa! Fora, acha ridículo. Respeite isso.


Já parou para pensar que um simples toque nos ombros quando estão estudando, ou dar um beijo quando estão saindo para a escola ou quando chegam em casa, fazer um cafuné, ou simplesmente colocar a mão na cabeça pode ser suficiente?


Uma última coisa que não podemos deixar de falar aqui. Se o toque físico é a principal linguagem do amor será uma grande AGRESSÃO emocional (além de física) se eles forem chacoalhados, empurrados ou algo assim!


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